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Conheça os 4 tipos de investimentos e saiba qual escolher
Publicado 07/09/2026 • 06:30 | Atualizado há 58 minutos
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Publicado 07/09/2026 • 06:30 | Atualizado há 58 minutos
KEY POINTS
Foto: canva
Conheça os 4 tipos de investimentos e saiba qual escolher
Os investimentos em títulos públicos podem ser uma alternativa para quem busca organizar as finanças e aplicar o dinheiro em produtos de renda fixa.
O Tesouro Direto permite que pessoas físicas comprem títulos emitidos pelo governo federal pela internet, com diferentes formas de remuneração e prazos.
A escolha do título depende principalmente do objetivo do investidor, do prazo em que o dinheiro poderá permanecer aplicado e da forma como ele pretende receber os rendimentos. Entre as opções estão os títulos prefixados, o Tesouro Selic e os papéis atrelados à inflação.
Confira a seguir 4 tipos de investimentos:
O Tesouro Direto é um programa da Secretaria do Tesouro Nacional que permite ao investidor pessoa física adquirir títulos públicos federais. A aplicação é feita pela internet e os papéis são registrados em nome do investidor.
Na CAIXA, é necessário ser titular de uma conta corrente de pessoa física e ter cadastro ativo no Tesouro Direto. A adesão pode ser feita pelo Internet Banking ou em uma agência.
Os investimentos podem ser realizados em múltiplos de 1% do valor de um título. O limite mensal de aplicação por pessoa é de R$ 2 milhões.
O Tesouro Prefixado pode ser uma opção para quem deseja saber antecipadamente qual será a taxa contratada e pretende manter o investimento até o vencimento.
Nesse modelo, a rentabilidade é definida no momento da compra. Se o título for mantido até a data prevista, o investidor recebe o valor estabelecido conforme as condições da aplicação.
Existe também o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais. Nesse caso, parte dos rendimentos é paga ao investidor ao longo do período por meio de cupons semestrais.
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Esse tipo de título pode fazer sentido para quem tem uma data definida para utilizar o dinheiro e busca maior previsibilidade sobre a remuneração.
O Tesouro Selic acompanha a variação da taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia brasileira.
Por seguir um indicador de mercado, o rendimento não é conhecido antecipadamente em um valor fixo. O título costuma ser considerado por investidores que desejam manter recursos em renda fixa e ter a possibilidade de resgatar o investimento antes do vencimento.
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No Tesouro Selic existe uma regra específica de custódia. Para pessoa física, a cobrança da taxa da B3 é isenta até R$ 10 mil em estoque nesse tipo de título. Acima desse valor, a taxa incide apenas sobre o excedente, conforme as regras vigentes.
O Tesouro IPCA+ combina a variação da inflação medida pelo IPCA com uma taxa de juros definida no momento da compra.
A característica pode ser interessante para objetivos de médio e longo prazo, já que o rendimento busca preservar o poder de compra do dinheiro ao longo do tempo.
Há uma modalidade do Tesouro IPCA+ que não paga juros semestrais. Nesse caso, os rendimentos ficam acumulados e são recebidos no vencimento ou no resgate antecipado.
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Siga o Times | CNBCTambém existe o Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais, que distribui parte da remuneração periodicamente por meio de cupons.
Não existe um único investimento adequado para todas as pessoas. A decisão depende do objetivo financeiro. Quem busca previsibilidade da taxa até o vencimento pode avaliar o Tesouro Prefixado.
Para quem acompanha a taxa básica de juros e procura uma alternativa de renda fixa, o Tesouro Selic pode ser considerado. Já quem pensa em proteger o dinheiro contra a inflação no médio e longo prazo pode analisar os títulos Tesouro IPCA+.
A escolha também deve levar em conta se o investidor pretende receber rendimentos durante a aplicação ou prefere acumular o valor para receber no vencimento.
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Os títulos podem ser vendidos antes do vencimento, mas o valor recebido pode ser diferente daquele que seria obtido no prazo final.
Isso acontece porque os preços dos títulos públicos variam de acordo com as condições do mercado. Por isso, quem vende antecipadamente pode ter ganho ou perda em relação à rentabilidade inicialmente esperada.
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As negociações ocorrem pelo próprio ambiente do Tesouro Direto. Em determinados horários, fins de semana e feriados, os preços exibidos podem servir apenas como referência e a liquidação ocorrerá de acordo com as condições do próximo dia útil.
O investimento no Tesouro Direto está sujeito ao Imposto de Renda sobre os rendimentos. A alíquota diminui conforme aumenta o período em que o dinheiro permanece aplicado.
A cobrança é de 22,5% para aplicações de até 180 dias. Entre 181 e 360 dias, a alíquota cai para 20%. De 361 a 720 dias, passa para 17,5%. Acima de 720 dias, chega a 15%.
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Também pode haver cobrança de IOF quando o resgate ocorre nos primeiros 29 dias. A partir do 30º dia, não há incidência desse imposto. A B3 cobra taxa de custódia de acordo com as regras do Tesouro Direto. Na CAIXA, não há cobrança de tarifa própria de custódia.
Apesar de ser uma aplicação de renda fixa, o Tesouro Direto não conta com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos, o FGC. Os títulos são emitidos pelo governo federal e estão sujeitos aos riscos relacionados ao emissor e às condições do mercado.
Também existem riscos de liquidez e operacionais, como dificuldades para realizar uma venda no momento desejado ou problemas que afetem o funcionamento das operações.
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O cliente da CAIXA que quiser investir deve acessar o Internet Banking, entrar na área de investimentos e selecionar o Tesouro Direto. Depois, é necessário aderir ao serviço, preencher os dados solicitados e aceitar os termos apresentados.
Após a conclusão do cadastro, o investidor recebe as orientações para acessar o Tesouro Direto e realizar as operações.
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Antes de escolher um título, é importante definir para que o dinheiro será usado, quando ele poderá ser necessário e se haverá necessidade de resgate antes do vencimento. Esses fatores ajudam a determinar qual modalidade pode se encaixar melhor no planejamento financeiro na escolha de investimentos.
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