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Operações da PF

Operação Fallax atinge três estados: onde a PF atua no caso da Fictor

Publicado 31/03/2026 • 22:15 | Atualizado há 7 meses

KEY POINTS

  • Na última quarta-feira (25), a Polícia Federal (PF) anunciou a Operação Fallax, que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal. Além disso, investiga-se também práticas de estelionato e lavagem de dinheiro. 
  • As investigações apontam que “a organização utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos”. Nesse sentido, a apuração envolve ainda os nomes de Rafael Góis, CEO e fundador do Grupo Fictor, e seu ex-sócio, Luiz Phillippe Gomes Rubini.

Foto: reprodução/Polícia Federal.

Na última quarta-feira (25), a Polícia Federal (PF) anunciou a Operação Fallax, que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal. Além disso, investiga-se também práticas de estelionato e lavagem de dinheiro. 

De acordo com a Agência Brasil, a Justiça Federal de São Paulo expediu 21 mandados de prisão preventiva e 43 mandados de busca e apreensão. Nesse sentido, três estados aparecem no caso: São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.

Operação Fallax

De acordo com a Polícia Federal, as investigações apontam que “a organização utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos”. Nesse sentido, a apuração envolve ainda os nomes de Rafael Góis, CEO e fundador do Grupo Fictor, e seu ex-sócio, Luiz Phillippe Gomes Rubini.

Segundo a PF, as instituições financeiras envolvidas mandavam funcionários inserirem dados falsos nos sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas.

Em seguida, os valores retirados eram convertidos em bens de luxo e criptoativos, para dificultar o rastreamento. Estima-se que tais práticas desviaram mais de R$ 500 milhões de empresas como a Caixa Econômica Federal.

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Leia também: O que é a Operação Fallax e o que a PF investiga?

Além disso, a investigação cita ainda que parte dos valores surgiu de células criminosas do Comando Vermelho. Por isso, os investigados podem responder pelos crimes de:

  • organização criminosa;
  • estelionato qualificado;
  • lavagem de dinheiro;
  • gestão fraudulenta;
  • corrupção ativa e passiva;
  • crimes contra o sistema financeiro nacional.

Se a Operação Fallax comprovar a realização de todos esses crimes, cada envolvido pode ter penas que, somadas, ultrapassam os 50 anos de cadeia.

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